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Zema diz que áudio de Flávio para Vorcaro é ‘imperdoável’, e Caiado cobra senador | Política

Zema diz que áudio de Flávio para Vorcaro é 'imperdoável', e Caiado cobra senador | Política
Zema critica ‘frutas podres’ do PL e ataca Dias Toffoli e Moraes — Foto: Andre Lessa/ACSP/Divulgação


Zema divulgou um vídeo nas redes sociais em que condena a conduta do senador e diz que o episódio enfraquece o discurso de parte da direita contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.

“Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando o dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, afirmou Zema em vídeo.

Ex-governador de Minas Gerais, Zema vem sendo cotado a vice na chapa de Flávio Bolsonaro. Os dois chegaram a gravar um vídeo recentemente em que o mineiro afirma, em tom de brincadeira, que o senador será o seu vice.

Também do campo da direita, Caiado declarou em nota enviada à imprensa que Flávio Bolsonaro “deve responder aos questionamentos sobre o financiamento do filme e as relações com o dono do [Banco] Master”.

“Tudo que envolve Master e cifras milionárias precisa ser tratado com total transparência com a população. O Brasil vive um momento em que a sociedade exige clareza nas relações entre agentes públicos, empresas e interesses privados”, continuou.

Em nota, Flávio confirma ter pedido dinheiro a Vorcaro, mas nega haver irregularidades. O senador diz que o diálogo mostra apenas “um filho procurando patrocínio privado para um filme privado”. “Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem”, afirmou. A defesa de Vorcaro afirmou que não vai comentar o assunto.

Flávio afirma que conheceu Vorcaro em dezembro de 2024, quando seu pai já era ex-presidente, e quando não haviam acusações nem suspeitas públicas contra o ex-banqueiro. Flávio reitera no comunicado seu apoio à instalação de uma CPI do Banco Master para, segundo ele, “separar os inocentes dos bandidos”.



Fonte: Valor Econômico

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