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Os países que convivem com bombas remanescentes de guerras

Marina se vê como


Problema grave em Hamburgo, Verdun e Polônia

Na Alemanha, Hamburgo e Berlim também estiveram entre os principais alvos dos bombardeios aliados durante a Segunda Guerra. O estado alemão de Brandemburgo também costuma encontrar explosivos não detonados. Somente em 2024, especialistas encontraram 90 minas, 48 mil granadas, 500 bombas incendiárias e 450 bombas com mais de 5 quilos, além de cerca de 330 mil projéteis nesse estado.

Cidades como Dortmunde Frankfurt também enfrentam o problema. Em 2012, uma bomba precisou ser detonadaem Munique, pois não havia como desarmá-la. Procedimento similar acontece quando dispositivos são encontrados no leito de rios como o Elba e o Reno.

Mas essa herança da guerra não está presente somente na Alemanha. Artefatos explosivos não detonados das duas guerras mundiais são frequentemente encontrados na França e na Bélgica, especialmente nas regiões de Verdun e Somme, onde houve intensas batalhas na Primeira Guerra Mundial. Três anos atrás, a seca no Vale do Pó, na Itália, também revelou bombas não detonadas.

No Reino Unido, em 2021, uma bomba aérea alemã de 1 tonelada foi detonada em uma explosão controlada na cidade de Exeter, no sudoeste do país, danificando mais de 250 prédios.

A situação na Polônia e na República Tcheca também é crítica, onde há toneladas de explosivos enterrados desde as guerras mundiais. Em 2020, a bomba britânica “Tallboy”, de 5 toneladas, foi desativada na cidade polonesa de Swinoujscie.





Fonte: Terra

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