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Mulher de 32 anos é morta a facadas em Guarapuava; companheiro é preso suspeito do crime


Uma mulher de 32 anos morreu na madrugada deste domingo (28) após ser atacada com golpes de faca dentro da própria residência, no bairro Boqueirão, em Guarapuava, na região Centro-Sul do Paraná. O principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, de 29 anos, que foi preso horas depois pela Polícia Militar.

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A ocorrência foi registrada por volta de 0h14, após equipes serem acionadas pelo Centro de Operações Policiais Militares (Copom) para atender uma denúncia de violência doméstica.

Quando chegaram ao endereço, os policiais encontraram a mulher recebendo atendimento de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ela apresentava múltiplas lesões provocadas por arma branca e estava em estado gravíssimo.

De acordo com a Polícia Militar, a residência apresentava evidentes sinais de violência. Havia marcas de luta corporal, vestígios de sangue em diferentes ambientes do imóvel e uma faca foi localizada no local, sendo recolhida para os procedimentos periciais.

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Testemunhas ouvidas pela corporação apontaram o convivente da vítima como autor das agressões. Com base nas informações levantadas, outra equipe policial iniciou diligências e conseguiu localizar o suspeito, que recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil.

Durante o atendimento da ocorrência, um jovem de 19 anos também foi conduzido para prestar esclarecimentos. Segundo a polícia, ele teria fornecido informações contraditórias e falsas sobre a dinâmica dos fatos, o que motivou seu encaminhamento à autoridade policial.

Apesar das tentativas de socorro, a mulher não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado ainda no local.

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Equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica estiveram na residência para realizar a perícia e iniciar a investigação que irá esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime. O caso é tratado, preliminarmente, como feminicídio.

Os envolvidos e as testemunhas foram encaminhados à delegacia, onde permanecem à disposição das autoridades responsáveis pela investigação.

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Fonte: Uol

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