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Introdução
O jornalista Renato Machado faleceu devido a insuficiência cardíaca. Esta condição ocorre quando o coração não bombeia sangue adequadamente, afetando o organismo. A matéria explora suas causas, ligadas a fatores crônicos e hábitos de vida, sua progressão e as abordagens de tratamento disponíveis, visando desacelerar o quadro e melhorar a qualidade de vida.
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- A insuficiência cardíaca ocorre quando o coração não consegue bombear sangue adequadamente.
- Desenvolve-se a partir de problemas crônicos de saúde e hábitos de vida, com maior incidência em idosos.
- Os sintomas iniciais incluem fadiga, falta de ar e edemas, sendo a condição progressiva.
- O tratamento visa frear o avanço do quadro e pode incluir mudanças no estilo de vida.
- Medicamentos, cirurgia ou transplante de coração são opções conforme a gravidade.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A causa da morte do jornalista e apresentador Renato Machado, na quinta-feira, 16, foi uma insuficiência cardíaca. Aos 83 anos, ele estava internado em um hospital da Zona Sul do Rio de Janeiro.
Com quatro décadas de carreira na TV Globo, ele era mais lembrado pela audiência pelos anos que passou à frente do “Bom Dia Brasil”, telejornal matutino do qual foi editor-chefe e apresentador entre 1996 e 2011.
No período, ele também apareceu várias vezes no horário nobre, substituindo os apresentadores habituais do “Jornal Nacional” quando necessário.
Saiba mais sobre a condição de saúde enfrentados por Renato Machado.
O que é e como acontece a insuficiência cardíaca
Em linhas gerais, a insuficiência cardíaca ocorre quando o coração não consegue mais bombear sangue para atender às necessidades do organismo.
Como o sangue é responsável por transportar oxigênio para o restante do corpo, o problema começa a afetar gradativamente a saúde geral e pode levar a outras complicações em função do funcionamento inadequado dos órgãos.
A insuficiência cardíaca costuma se desenvolver como consequência de problemas de saúde crônicos ou hábitos de vida danosos ao coração. Hipertensão, doença arterial coronariana e outras questões cardíacas preexistentes são fatores de risco, assim como diabetes, apneia, obesidade, consumo de álcool e cigarro, entre outras questões. Fatores genéticos também podem aumentar a propensão ao problema.
Como boa parte das questões crônicas que podem levar à insuficiência cardíaca são agravadas com a idade, é comum que o problema apareça mais tarde na vida. Até 90% das mortes associadas a ela costumam ocorrer após os 70 anos.
Silenciosa nos estágios iniciais, seus primeiros sintomas costumam se manifestar na forma de fadiga, falta de ar e edemas.
Tem tratamento?
A insuficiência cardíaca é um problema de saúde que piora progressivamente e o tratamento busca, principalmente, frear o avanço do quadro. A melhor abordagem, porém, varia conforme a causa de fundo do problema, o nível da insuficiência e outras questões de saúde próprias do paciente.
Adequações de estilo de vida são sempre necessárias, o que envolve a prática regular de exercícios físicos adequados à capacidade da pessoa, uma alimentação mais regrada e a eliminação de itens que podem piorar a saúde cardiovascular, como o álcool e o cigarro.
Medicamentos também são utilizados para tratar a causa inicial das complicações de saúde, como a hipertensão, o colesterol alto ou o diabetes. Conforme a situação, também são indicados remédios específicos para a insuficiência e seus efeitos, como diuréticos para lidar com a retenção de líquidos.
Casos mais avançados podem exigir cirurgia e, em situações muito graves, apenas um transplante de coração é capaz de garantir a qualidade de vida de quem tem o problema.
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Fonte: Saúde Abril