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Ibovespa retoma os 134 mil pontos com balanços e perspectiva de corte de juros nos EUA | Finanças

Azzas contrata BTG Pactual como formador de mercado, em substituição à Itaú Corretora | Empresas
Formador de mercado tem como objetivo “fomentar a liquidez das ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal de emissão' — Foto: Pixabay


A temporada de balanços local e a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) possa realizar mais cortes de juros neste ano, reforçada por falas de dirigentes feitas hoje, ajudaram a embalar os ganhos expressivos do Ibovespa nesta quarta-feira. No fim do pregão, o índice teve alta de 1,04%, aos 134.538 pontos, depois de tocar os 135.241 pontos, na máxima do dia, e os 133.169 pontos, na mínima intradiária. Trata-se do terceiro dia seguido de avanço.

Entre as blue chips, um dos destaques do pregão foram as ações preferenciais do Itaú, que subiram 1,26%, após apresentação do balanço. Já as ações da Petrobras fecharam mistas: as ON cederam 0,23% e as PN subiram 0,12%, um dia antes da divulgação do resultado do segundo trimestre. Os papéis da Vale encerraram em queda de 0,63%.

A maior alta na sessão ficou para os papéis da RD Saúde, que fecharam com ganhos de 18,67%, depois de a empresa demonstrar maior eficiência em despesas e superar estimativas no 2º trimestre, na visão dos analistas do J.P. Morgan. Já os papéis do GPA responderam pelas maiores perdas na sessão, com recuo de 10,36%, após a divulgação do balanço.

O volume financeiro do Ibovespa na sessão foi de R$ 16,3 bilhões e de R$ 21,3 bilhões na B3. Em Wall Street, o dia também foi positivo: o Nasdaq subiu 1,21%; o S&P 500 avançou 0,73%; e o Dow Jones teve ganho de 0,18%.



Fonte: Valor Econômico

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