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Feijão tinha ‘pontinhos azuis’, diz vítima em júri de ré por envenenamento


Segundo o rapaz, não era comum a madrasta servi-lo. “Estranhei, mas deixei passar”, declarou o rapaz, explicando que se serviu com o restante dos alimentos e começou a comer.

Após ter separado várias “bolinhas”, o rapaz questionou se havia a mesma coisa no prato dos demais moradores. Eles negaram e Cíntia ficou nervosa, chegando a desligar a luz da cozinha quando questionada sobre a situação.

Depois, a mulher, de acordo com o relato do sobrevivente, pegou o prato e colocou mais feijão no recipiente, jogando fora a parte das “bolinhas”. Bruno disse ter comido mais um pouco da comida após a madrasta colocar no prato novamente. Questionada, a mulher argumentou que as “bolinhas” eram tempero.

Bruno disse que a madrasta ficou nervosa e chegou a desligar a luz da cozinha quando questionada sobre a situação. Ao chegar em casa, ele explicou a situação para a mãe, que associou o episódio ao falecimento de Fernanda meses antes.

Ele relatou ter desentendimentos com a acusada. Os conflitos ocorriam porque a mulher criava intrigas entre o rapaz e o pai dele e de Fernanda, Adeílson Jarbas Cabral. O jovem deixou de morar com o pai em razão do relacionamento do genitor com Cíntia, conforme relato no julgamento.

Bruno se emocionou durante o júri ao falar da irmã. Ele citou que a Fernanda e a madrasta também tinham muitos embates.





Fonte: Terra

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