PUBLICIDADE

Deputado Binho Galinha pega 36 anos de prisão por arsenal ilegal na BA

Carlos Madeiro
Armas citadas em denúncia da operação El Patrón Imagem: Reprodução


“A recente decisão judicial proferida em primeira instância será apreciada no âmbito do processo parlamentar, observadas as competências regimentais do Conselho de Ética e, posteriormente, do Plenário da Assembleia Legislativa, quando for o caso”, disse em nota a Presidência da casa.

Mais acusações

Essa não é a única ação resultado da operação El Patrón contra Binho, que foi denunciado no ano passado pelo Gaeco por supostamente chefiar uma organização criminosa armada, com participação de policiais, entre 2013 e 2025, em Feira de Santana e cidades vizinhas.

Segundo a denúncia original da operação, a organização agia “de forma permanente e estável, mediante divisão de tarefas”, “para o fim de ocultar e/ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação e/ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de variadas infrações penais”.

A acusação aponta que a organização realizava empréstimos (agiotagem), utilizando violência e/ou grave ameaça na cobrança desses valores. O grupo ainda atuaria em atividades ilegais de jogos de azar.

Os policiais integrantes, narra o Gaeco, exerciam a função de segurança pessoal de Binho e familiares, “assim como, mediante violência e grave ameaça, praticam cobranças decorrentes de agiotagem, jogo do bicho, dentre outros motivos diversos”.

Equipes na casa de Binho Galinha na operação El Patrón, em outubro de 2025
Equipes na casa de Binho Galinha na operação El Patrón, em outubro de 2025 Imagem: Jeferson Silva / Ascom SSP





Fonte: Uol

Leia mais

PUBLICIDADE