A demanda por cursos presenciais neste ano não deve ser relevante, em face do atual cenário do país, com alto endividamento da população e eleições. “Historicamente, a procura por cursos presenciais em ano de eleição é baixa devido às incertezas. Curso de ensino superior é um comprometimento de longo prazo”, disse Rossano Marques, CEO da Yduqs.
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Segundo o executivo, em contrapartida, a demanda por cursos híbridos continua crescendo. O segmento de ensino a distância passou a ter novas regras. Esse é o primeiro vestibular com as novas regras do EAD, que passaram a exigir maior conteúdo presencial.
Para Rossano, a margem neste ano deve ser manter em 36% – mesmo patamar dos últimos dois anos. O CEO lembrou que a companhia já fez um ajuste no corpo docente, no segundo semestre do ano passado, e seu custo com professores já está adequado.
Com as novas regras do EAD, há mais demanda por professores, uma vez que os cursos passaram a ter que uma maior carga presencial.
Fonte: Valor Econômico