“No meu caso, os maiores desafios estão ligados à comunicação, embora a parte arquitetônica também seja importante. Muitas vezes, programas de TV, filmes ou notícias não têm recursos de acessibilidade, como audiodescrição. E, em situações simples de mobilidade, como atravessar a rua, a falta de semáforos sonoros mostra como comunicação e arquitetura se cruzam quando falamos de acessibilidade”, narrou.
Fonte: G1