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Captações com bonds se aproximam de US$ 8 bi em setembro e volume deve aumentar até fim do mês | Finanças

Captações com bonds se aproximam de US$ 8 bi em setembro e volume deve aumentar até fim do mês | Finanças
Oceânica Engenharia e Consultoria, que atua na manutenção de equipamentos submarinos do setor de petróleo e gás e de energia eólica — Foto: Reprodução


As captações de empresas brasileiras com títulos de dívida em dólar neste mês se aproximam dos US$ 8 bilhões.

Até o fim de setembro, novas ofertas são esperadas, como a da Vamos e a da Aegea, que mantêm conversas com investidores de olho em emissões. As operações mais recentes foram da Oceânica Engenharia e da Embraer.

A Ocêanica reabriu um título emitido em 2024 e captou US$ 150 milhões com vencimento em quatro anos com taxa de 13%. O preço de emissão da reabertura foi de 99,250% do valor principal das notas adicionais, com yield de 13,261%

A empresa estreou no mercado de bonds no ano passado, com a emissão de US$ 375 milhões. Os recursos serão utilizados para o refinanciamento das obrigações financeiras da empresa e para usos corporativos gerais.

Já a Embraer precificou na segunda-feira uma emissão de US$ 1 bilhão com papéis de 13 anos e taxa anual de 5,4%.

A liquidação da oferta está prevista para ocorrer por volta do dia 9 de outubro e a fabricante de aeronaves vai usar os recursos para financiar a recompra de outros bonds que vencem em 2028 e 2030.

As operações ocorrem em um momento de alta demanda dos investidores, que buscam papéis prefixados para compor o portfólio com a retomada dos cortes de juros nos Estados Unidos.

“O sucesso das operações recentes é um reflexo do momento técnico positivo. Essa janela ainda deve perdurar pelas próximas semanas”, disse Caio de Luca Simões, chefe do mercado de dívida do Bank of America (BofA).

Desde o início do mês, nomes como Petrobras, Suzano, Rede D’Or, além do Tesouro Nacional, captaram com esse tipo de papel.

Oceânica Engenharia e Consultoria, que atua na manutenção de equipamentos submarinos do setor de petróleo e gás e de energia eólica — Foto: Reprodução



Fonte: Valor Econômico

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