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Bolsonaro reúne manifestantes na Paulista por pressão ao STF e anistia a golpistas

Marina se vê como


Já outro organizador, ouvido reservadamente, diz que o objetivo central é evitar que o projeto de lei da anistia perca fôlego – apesar do ceticismo crescente dentro do próprio bolsonarismo sobre as chances de avanço da pauta no Congresso.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) conversou com a imprensa antes do início do ato e disse que a manifestação pede “não perseguição” a parlamentares da direita e a Bolsonaro.

Já o vice-prefeito de São Paulo, coronel Ricardo de Mello Araújo disse que representava o prefeito Ricardo Nunes, que está em viagem oficial a Roma. À imprensa, ele defendeu que os atos golpistas de 8 de Janeiro não foram um golpe, e sim “depredação de patrimônio público”.

Ele ainda afirmou que quer Bolsonaro candidato a presidente em 2026, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), concorrendo à reeleição.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por sua vez, manifestou-se sobre sua entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em que disse que um candidato apoiado pelo ex-presidente em 2026 deve brigar com o STF pelo indulto aos golpistas, se necessário, incluindo até “o uso da força”.

Ao Estadão, Flávio afirmou que “não é algo que eu defendia, ou que eu trabalharia a favor disso”. “Foi uma análise de cenário que pode acabar acontecendo se o próprio Supremo não reverter essas bizarrices jurídicas capitaneadas por Alexandre de Moraes.”





Fonte: Terra

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