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Bolsonaro passa por cirurgia para tentar conter suas crises de soluços | Política

Bolsonaro passa por cirurgia para tentar conter suas crises de soluços | Política
O ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


O ex-presidente Jair Bolsonaro começou a passar, no início desta segunda-feira (29), por uma nova cirurgia no hospital DF Star, em Brasília, para tentar conter suas crises de soluço. Nesse procedimento, os médicos farão um bloqueio, por meio de anestesia, no nervo frênico esquerdo. O do lado esquerdo foi anestesiado em outra intervenção no sábado.

O ex-presidente está acompanhado da esposa, Michelle Bolsonaro. Segundo publicação nas redes sociais da ex-primeira-dama, ele entrou no centrou no centro cirúrgico por volta das 14h.

Além dela, o filho Jair Renan (PL-SC) esteve mais cedo no hospital. A jornalistas, o vereador de Balneário Camboriú disse que o pai estava “se recuperando” e aguardando a cirurgia em jejum.

No início da manhã, Carlos Bolsonaro (PL-RJ) publicou no X que o pai passou mal durante a madrugada, com “pressão arterial altíssima”.

“O início da madrugada de hoje foi de muita preocupação ao acompanhar meu pai. Sua pressão arterial estava altíssima e, mais uma vez, os médicos precisaram intervir para controlar o quadro e avaliar a possibilidade de uma nova cirurgia hoje para tentar cessar os soluços. Também foi iniciado o tratamento para a apneia do sono”, escreveu Carlos.

Quadro semelhante já havia sido relatado no domingo pela ex-primeira-dama. De acordo com ela, Bolsonaro teve uma crise de soluços por volta das 23h de sábado, indo até até 11h20 da manhã de domingo. Nas redes sociais, ela relatou que o episódio gerou “grande exaustão” do ex-presidente e a elevação da pressão arterial.

Bolsonaro foi internado na quarta-feira (24) para realizar a cirurgia de correção de uma hérnia inguinal bilateral. Junto da recuperação desta intervenção, os médicos agora avaliam os resultados dos procedimentos feitos para tentar conter os soluços.

A estimativa de alta hospitalar do ex-presidente era de 5 a 7 dias a partir do início da internação, no dia 24. No domingo (28), os médicos mantiveram a expectativa de alta até dia 31, mesmo com as novas intervenções.



Fonte: Valor Econômico

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