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Assassino dos estudantes de Idaho pega prisão perpétua sem liberdade condicional, mas motivo continua sendo um mistério

Marina se vê como


O juiz Steven Hippler deu a Kohberger, vestido com roupas laranja de presidiário e sentado ao lado de seus advogados, a oportunidade de fazer uma declaração antes da sentença ser pronunciada.

“Respeitosamente, eu me recuso”, respondeu o réu em voz baixa, as únicas palavras que proferiu durante as duas horas e meia de audiência no Quarto Tribunal Distrital de Idaho, em Boise, capital do Estado.

Durante toda a audiência, ele permaneceu sem expressão enquanto os parentes e amigos das vítimas — Ethan Chapin, de 20 anos, sua namorada Xana Kernodle, de 20 anos, e suas companheiras de quarto Madison Mogen, de 21 anos, e Kaylee Gonçalves, de 21 anos — se revezavam para expressar sua raiva e angústia diretamente a ele por meio da apresentação de declarações de impacto da vítima.

“Nunca imaginei ter de falar com alguém tão desprovido de humanidade”, disse Kristi Gonçalves, mãe de Kaylee.

A irmã mais velha da vítima, Alivea, dirigiu-se a Kohberger em um tom de acusação inabalável, dizendo: “Vou chamá-lo do que você é — sociopata, psicopata, assassino”. Ela exigiu, em vão, saber as respostas para perguntas persistentes como: como ele escolhia suas vítimas e quais foram as últimas palavras de sua irmã.

No final, ela e outros entes queridos dos quatro estudantes mortos ficaram perplexos com o que havia precipitado um crime que surpreendeu a pequena cidade universitária de Moscou, Idaho, e atraiu a atenção da mídia nacional.





Fonte: Terra

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