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Negociadores propõem libertação de reféns e cessar-fogo em Gaza

26.mai.2025 - Mulher em meio aos escombros da escola Fahmi AlJarjaoui, bombardeada por Israel
26.mai.2025 - Mulher em meio aos escombros da escola Fahmi AlJarjaoui, bombardeada por Israel Imagem: Omar AL-QATTAA / AFP


Na semana passada, Israel voltou a permitir a entrada de caminhões com ajuda humanitária em Gaza. Entretanto, as organizações afirmam que o volume autorizado é insuficiente para atender a população.

Os bombardeios continuam

Enquanto a população sofre com a fome, Israel continua a bombardear a Faixa de Gaza. Só hoje, 52 pessoas morreram, de acordo com a Defesa Civil palestina. Dessas, 33 estavam na escola Fahmi AlJarjaoui, na Cidade de Gaza, que abrigava deslocados. O exército israelense afirma que atacou “terroristas” que operavam perto do estabelecimento.

Os ataques israelenses foram intensificados em 17 de maio, quando o exército lançou uma nova ofensiva. O objetivo declarado por Israel é eliminar o Hamas, libertar os reféns e tomar o controle total do enclave.

Desde então, a pressão internacional contra a guerra aumentou. Hoje, representantes de nações europeias e do Oriente Médio, além do Brasil, estão em Madri em uma reunião para pedir o fim da ofensiva israelense.

Segundo o ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, o objetivo é deter a guerra “desumana” e “sem sentido” de Israel em Gaza. Ele também defendeu que a ajuda humanitária deve entrar em Gaza “massivamente, sem condições e sem limites, e não controlada por Israel”, acrescentou, antes de descrever a Faixa como uma “ferida aberta” da humanidade.





Fonte: G1

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