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Introdução
O Brasil se aproxima dos 150 casos de mpox em 2026, com 149 registros (140 confirmados, 9 prováveis) em 13 estados. São Paulo lidera. A doença é transmitida por contato físico e sexual, afetando majoritariamente homens (93%) e exigindo atenção, especialmente para imunocomprometidos.
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- Brasil registra 149 casos de mpox em 2026 (140 confirmados, 9 prováveis) em 13 unidades da federação.
- São Paulo concentra o maior número de ocorrências, com 93 casos.
- A transmissão ocorre por contato físico, sexual e com objetos contaminados.
- 93% dos pacientes são homens, com média de 33 anos, e 69% têm relações sexuais com homens.
- Pessoas imunocomprometidas correm maior risco de complicações graves e devem buscar serviço de saúde em caso de suspeita.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O Brasil se aproximou dos 150 casos de mpox confirmados e prováveis em 2026, na mais recente atualização da situação epidemiológica divulgada pelo Ministério da Saúde.
Segundo dados do Painel Mpox, com informações contabilizadas até a última segunda-feira (9) ao redor do país, são atualmente 149 contágios registrados em 13 unidades da federação.
Desse número, 140 são casos confirmados e outros 9 são considerados prováveis, mas ainda devem ser submetidos a análises posteriores. O resultado pode fazer com que o número se torne um caso confirmado (como ocorreu no Ceará, com um contágio antes dado como provável em um homem de 30 a 39 anos) ou venha a ser descartado em atualizações futuras.
Veja, abaixo, as últimas informações sobre a doença.
+Leia também: Tudo sobre mpox: quantos casos, a nova variante e quais os sintomas
Cenário atualizado da mpox no Brasil
Os 149 casos confirmados e prováveis no Brasil estão distribuídos da seguinte forma (entre parênteses, a variação desde a atualização anterior):
- 93 em São Paulo (+7)
- 18 no Rio de Janeiro (-1)*
- 11 em Minas Gerais (+4)
- 11 em Rondônia (+1)
- 3 no Rio Grande do Norte (=)
- 3 no Rio Grande do Sul (=)
- 3 em Santa Catarina (+2)
- 2 no Paraná (=)
- 1 no Amazonas (+1)
- 1 no Ceará (=)
- 1 no Distrito Federal (=)
- 1 no Pará (=)
- 1 em Sergipe (=)
- 0 em Goiás (-1)*
* O Rio de Janeiro e Goiás tiveram a redução líquida de um caso após o descarte de contágios tidos como prováveis que acabaram não sendo confirmados desde a última atualização.
Cuidados com a mpox
A doença viral é transmitida pelo contato físico com fluídos de uma pessoa infectada, o que também envolve relações sexuais. Dependendo da situação, a transmissão também pode ocorrer pelo contato com objetos contaminados por gotículas respiratórias de um paciente doente.
Em 2026, segundo dados do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica (CNIE), 93% dos casos observados no país foram em pacientes do sexo masculino, com média de idade em 33 anos, sendo majoritariamente (69%) pessoas que têm relações sexuais com homens. Os números vêm mantendo o perfil demográfico mais afetado pela mpox desde a chegada do vírus ao país, em 2022.
Embora a maioria dos pacientes tenha evoluções benignas e autolimitadas da doença, pessoas com comprometimento imunológico podem acabar passando por complicações do quadro, inclusive com risco de morte. Diante da suspeita de mpox, procure um serviço de saúde para obter o diagnóstico correto e avaliar o melhor curso de tratamento.
Mpox: tudo o que você precisa saber
Fonte: Saúde Abril