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EUA sancionam esposa do ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky

O ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, participa de uma sessão durante a fase final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de conspirar para um golpe para anular a eleição de 2022, em Brasília, Brasil, 10 de setembro de 2025. REUTERS/Adriano Machado
O ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, participa de uma sessão durante a fase final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de conspirar para um golpe para anular a eleição de 2022, em Brasília, Brasil, 10 de setembro de 2025. REUTERS/Adriano Machado


O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (22) a imposição de sanções econômicas contra Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A medida foi tomada com base na Lei Magnitsky, que permite ao governo americano bloquear bens e restringir transações financeiras de pessoas acusadas de graves violações de direitos humanos e corrupção.

Alexandre de Moraes já havia sido alvo da mesma sanção em julho deste ano. Além das sanções, o governo americano também revogou vistos de ministros do STF e seus familiares, incluindo Moraes, em julho.

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A decisão faz parte de uma retaliação do governo Trump contra o ministro do STF, que recentemente condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado político do ex-presidente americano, a uma pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe.

Na ocasião, autoridades americanas qualificaram Moraes como responsável por ações repressivas e violações de direitos, embora não tenham apresentado evidências públicas para essas acusações.

Criada em 2012 e ampliada em 2016 para ter alcance global, a Lei Magnitsky foi batizada em homenagem ao advogado russo Sergei Magnitsky, que morreu na prisão após denunciar corrupção governamental.

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A legislação permite que os EUA imponham sanções a indivíduos estrangeiros envolvidos em corrupção, abusos de direitos humanos e outras práticas ilícitas. Desde sua criação, dezenas de pessoas já foram sancionadas com base nessa lei.



Fonte: Infomoney

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